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Saiba tudo sobre a nova pesquisa dos impactos do Covid-19 na indústria gráfica.

Saiba tudo sobre a nova pesquisa dos impactos do Covid-19 na indústria gráfica.

Buscando respostas para direcionar os novos caminhos da Indústria Gráfica, a ABIGRAF realizou a segunda pesquisa sobre os impactos da pandemia de COVID-19 neste setor que já há alguns anos vem sofrendo muitas transformações.

A pesquisa foi feita com mais de 200 empresas e revelou muitas novidades no setor onde os empresários buscam se reinventar para conseguir sobreviver e manter-se no mercado.

Saiba mais sobre os dados da pesquisa.

A pesquisa feita pela ABIGRAF demonstrou que 32, 2% das gráficas estão fazendo parcerias com outras gráficas para fazer seus impressos. O que demonstra um amadurecimento das empresas, buscando se ajudar neste momento difícil para todos.

9,8 das gráfica demonstraram ter interesse em aderir a um modelo de cooperativa, se viabilizado num futuro próximo. 48,6% revelaram que aceitariam imediatamente esse modelo e 41,6% responderam talvez à questão.

Ou seja, todos entendem que neste momento, quanto mais as empresas se ajudarem, todos sairão ganhando e conseguirão manter de forma mais saudável os seus negócios e os empregos.

O home office será adotado por 5,1% das gráficas. Outros 27,6% das empresas pretendem manter parte de seus funcionários trabalhando em casa após a pandemia; 27,1% pretendem voltar normalmente ao trabalho e 40,2% das empresas mantiveram seus funcionários trabalhando normalmente desde o início do confinamento.

Para tentar combater os efeitos da crise econômica, 20,6% das gráficas passaram a atuar em segmentos diferentes. Um dos nichos mais procurados pelas empresas, para atender a demanda provocada pela pandemia, foi a produção de materiais que diminuem o contágio do Coronavírus, como máscaras, displays e tótens de álcool em gel, aventais e materiais de sinalização, educação e embalagens para comida. 43% das empresas adaptaram suas linhas de produção para fabricar esses produtos.

Tempo de driblar a crise.

A primeira pesquisa sobre o tema foi realizada em abril e, de lá pra cá, a crise se agravou no setor gráfico. A queda no faturamento já atingia 92% das empresas, hoje esse número subiu para 94,4%. 79% registraram queda nos volumes de produção. 53,7% sofrem com a inadimplência de clientes e 40,2% tiveram pedidos cancelados.

O acesso ao crédito para folha de pagamento e capital de giro continua sendo um grande empecilho para as empresas saldarem suas dívidas. Se em abril 55% das empresas tentaram e não conseguiram empréstimos com as linhas de crédito anunciadas pelo governo, em junho 25,7% delas continuavam enfrentando o mesmo problema.

É claro que esse quadro não atinge apenas a indústria gráfica, mas foi um setor muito prejudicado e que precisa se estruturar, neste novo normal. Deve-se analisar os dados da pesquisa e entender, cada um dentro da sua realidade, qual o melhor planejamento a ser adotado daqui para frente.

Para acessar os resultados completos da pesquisa, clique aqui.

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